Publicado em 22/09/2020

As cavernas de aço - Minha resenha

Imagem da publicação de isaquefranklin

Escrito por @isaquefranklin




As cavernas de aço - Minha resenha

 

 

O livro

As cavernas de aço é um romance policial de ficção científica - o que é considerado por muitos um contrassenso - escrito por Isaac Asimov na década de 50. A história se passa mil anos no futuro, onde vemos uma humanidade que se confinou em cidades cobertas por cúpulas de metal, quase como cavernas de aço, onde os seres humanos não saem da cidade. O sistema político e econômico vigente se assemelha a um socialismo de castas. Nas cavernas de aço, os seres humanos vivem de acordo com suas classes, e de acordo com elas recebem determinadas moradias e regalias. Os terráqueos estão confinados na Terra, e a população continua crescendo exorbitantemente.

Em contrapartida, existem os siderais, seres humanos que saíram da terra para colonizar a galáxia há alguns séculos, e lá ficaram e se reproduziram, com o tempo os siderais alcançaram um estado onde as doenças foram completamente erradicadas e a expectativa de vida beira os 400 anos. 


 

 

A ideia principal

A história envolve o assassinato de um sideral na cidade de Nova Iorque, e um detetive humano se junta a um robô criado pelos siderais para desvendar o caso.

Nem tudo são flores, e no decorrer do livro, vemos que assim como a sociedade na terra está ruindo e à beira do caos por conta do sistema economico restrito, os planetas siderais também estão ruindo por conta da alta expectativa de vida que diminui a taxa de natalidade e desestimula a inovação e a tomada de risco. De certa forma, a ideia central do livro é de que a humanidade não nasceu para ficar presa à Terra, como também não nasceu para se acomodar. A coragem de se arriscar e de tentar algo novo é crucial para o desenvolvimento humano, e para que a humanidade vá para frente é necessária uma boa dose de risco, assim como vários fracassos no processo que nos levarão ao progresso.

Eu poderia falar de mais um milhão de pontos, relações e analogias que apreendi desse livro, existem inúmeras outras ideias que podem ser tiradas dele, contudo, acredito que o essencia do essencial é o que está escrito acima, o risco é o essencial.




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