Publicado em 14/08/2020

A herança dos grandes navegadores

Imagem da publicação de isaquefranklin

Escrito por @isaquefranklin




 

A ambição humana pelo desconhecido

 

Durante todo a história da humanidade, uma certa caraterística sempre permanece, a vontade e o ímpeto de explorar e descobrir. Desde que o mundo é mundo nós saímos em grandes caravanas para explorar os lugares mais inóspitos e longínquos que a terra nos fornece. Na minha visão, a época das grandes navegações foi um brilho nesse aspecto.

Nobres e corajosos deixando tudo para trás, bens, família, esposas, mães e pais, tudo "apenas" para explorar o mundo. Numa época em que o mar era o maior perigo existente, certas pessoas aceitavam grandes desconfortos, como ficar meses no alto mar dentro de um casco de madeira, dependendo unicamente dos ventos para navegar e das estrelas para se orientar.

 

Como ficou eternizado em um poema de Fernando Pessoa:

 

 

" Ó mar salgado, quanto do teu sal

São lágrimas de Portugal!

Por te cruzarmos, quantas mães choraram,

Quantos filhos em vão rezaram!

Quantas noivas ficaram por casar

Para que fosses nosso, ó mar!

 

Valeu a pena?  Tudo vale a pena

Se a alma não é pequena.

Quem quer passar além do Bojador

Tem que passar além da dor.

Deus ao mar o perigo e o abismo deu,

Mas nele é que espelhou o céu."

 

 


 

 

A herança dos grandes navegadores

 

O navegador de hoje, as pessoas que estão dispostas a sofrer para conquistar um objetivo maior, para alcançar algo novo e conhecer o inexplorado, são aqueles que mudam o mundo. São os empreendedores que criam softwares, inventam máquinas e constroem produtos. São as pessoas que usam suas mentes para alcançar algo maior. Elas não acreditam que a condição natural do ser humano é estar a mercê do destino, "o destino é o que eu quiser fazer da minha vida" essas pessoas dizem.  

Inicialmente pode se pensar que o motivo deles fazerem tais coisas é apenas o dinheiro, porém existem formas muito mais fáceis e menos trabalhosas de se ganhar dinheiro, e até mais do que eles ganham fazendo o que fazem. O real motivo de fazerem o que fazem, é aquela chama no fundo de cada ser humano que anseia por algo mais que o comum, o desejo de ser mais, de conquistar o inconquistável. É o ímpeto do explorador e do navegador.




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